
Vivemos numa época, onde a liberdade de ideais esta limitada ao politicamente correcto. E o que é o politicamente correcto? É o oposto de tudo o que Nazis defendiam.
Uma definição simples, mas é esta a qual seguimos nos últimos 60 anos. Pouco se quer saber se o que se defende merece algum crédito; se foi defendido por algum partido, ou indivíduo com pretensões nazis, então é para ser descartado.
A defesa contra a Imigração feita pelo PNR, é sistematicamente condenada, ridicularizada, ignorada. Porque isto acontece?
Aqui não se discute se este partido tem ou não razão neste assunto, mas sim a sua opinião ser condenada sem antes ser ouvida só por ser anti-imigração. Será pelos seus membros serem na maioria neo-nazis?
Os partidos ditos politicamente correctos, nomeadamente os de esquerda (e alguns de Direita), abatem qualquer assunto ou discussão sobre a imigração com o argumento de que “os imigrantes vêm fazer os trabalhos que os portugueses não querem fazer”, o que é um bom e válido argumento; o problema do mesmo é o facto de nos vender uma ilusão. Perante tal argumento somos tentamos a acreditar que evoluímos ( por falta de melhor palavra) para um estado de desenvolvimento onde já temos condições para, em plena consciência, negarmo-nos a realizar determinados trabalhos. E certamente que muitos dos portugueses o podem fazer, mas longe serão a maioria.
Como podemos deixar passar impune tal argumento? Ao mesmo tempo que se diz que os imigrantes vêm fazer trabalhos que os portugueses não querem, vemos os mesmos portugueses a baixar os salários, pois podem ser substituídos por um imigrante. Como pode ser isto possível? Se os mesmos vêm fazer os trabalhos que os portugueses não querem, então não deveria existir qualquer concorrência, mas ela existe; talvez porque a taxa de abandono escolar esteja nos 39%, talvez porque as habilitações dos portugueses serem baixas, talvez os portugueses não tenham outra hipótese se não ficar com esses trabalhos, mesmo que não queiram. Certamente que o aumento da taxa de imigração esteja de alguma forma relacionada com o aumento da taxa de desemprego, pois segundo o Governo, os inscritos nos centros de empregos tem na sua maioria qualificações baixas ( se é verdade ou não, não sei), se os trabalhos para pessoas com qualificação baixa esta ocupado por imigrantes, o que sobra para estas pessoas?
E perante isto que vemos nós? imigrantes médicos, e porque? Porque não foram formados os suficientes; então agora temos imigrantes para os trabalhos mais qualificados, e imigrantes para os trabalhos menos qualificados, onde ficam os portugueses nisto tudo? Certamente que não é o fim do país, longe disso, mas uma coisa é certa, alguém vai ficar sem trabalho para um imigrante que veio fazer um trabalho que supostamente ninguém quer fazer; onde com alguma imaginação chegamos a conclusão que são todos os trabalhos.
Este texto pode ser encarado como um texto anti-imigração, ficando dentro dos textos politicamente incorrectos, apesar de apresentar os seus argumentos e não ofender alguém, mas não o é, o que se pretende é honestidade neste assunto; nós não somos a Alemanha, Suécia, ou qualquer outro país europeu cujos seus membros podem dar ao luxo de negarem trabalhos, temos uma realidade própria e é a isso que nos devemos concentrar.
Sigur


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